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Lomografia: Diana Mini

A Diana Mini foi a primeira câmera da Lomography que eu comprei. O visual pra lá de charmoso foi o que mais me chamou a atenção e o fato de que ela usa filme 35mm foi decisivo na escolha entre ela e sua “mãe” Diana F+.

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Curioso é que se a compra fosse feita hoje eu teria optado pela F+ sem pensar duas vezes, justamente porque ainda não tenho uma câmera que use filme 120mm. Ainda!

Mas voltando à Mini: ela é, sem dúvidas, uma câmera muito divertida. Ela tem duas opções de abertura – F 11 para dias ensolarados e F 8 para dias nublados – que pode ser alterada embaixo da lente. Também é possível optar pelo modo modo N ou B, mas confesso que no modo B eu não tive muito sucesso.

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Além disso, ela permite que você tire half-frames, o que pode ter um resultado muito legal, além de prolongar (muito!) a vida de seu filme, que pula de 36 para 72 duas fotos com a alteração na chavinha que fica na parte de trás da câmera. Aqui é preciso ter cuidado especial na hora de girar o filme. Em algumas fotos eu consegui mesclar um frame no outro (o que eu acho mais legal!) e em outras eles ficaram bem divididos.

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Outra coisa legal da Diana Mini é o flash (e isso também está presente na F+, pois é exatamente o mesmo). Além de ter um visual muito bonito, ele vem com sapatas que podem encaixar a belezoca em qualquer câmera. Inclusive, já testei isso na Agfa Optima 500, mas ainda não revelei para ver que bicho saiu.

Além de ser multiuso, o flash ainda vem com uma série de filtros coloridos para você encaixar e sair fotografando por aí. O resultado fica muito legal (como na primeira foto que postei de exemplo, com filtro vermelho para o show do Redtie).

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A possibilidade de múltiplas exposições é o que eu mais amo nessa Diana Mini! Principalmente com fotos de pessoas e caretas, rs. Mas é preciso tomar cuidado porque, ao contrário da Fisheye no. 2 que tem uma chave especial para isso, a Diana Mini fica livre, o que pode gerar múltiplas exposições acidentais – o que nem sempre é exatamente ruim, pois sempre vem uma surpresinha na revelação.

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Mas a minha principal dica com relação a essa câmera é uma só: cuidado com a capinha da lente, principalmente se você está acostumado a fotografar com câmeras de visor direto. Não tem como saber se ela está lá ou não e, por isso, é essencial lembrar de tirar ela de lá. Sim! A anta aqui perdeu vários frames com isso. E como a lente é frágil, prefiro não arriscar sair sem a capinha. Mas assim que tiro ela do case já deixo a tampa da lente por lá mesmo!

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Seja como for, eu fiquei muito feliz com essa câmera. Ela é pequena, bonitinha, leve, fácil de usar e com mil possibilidades!

Ps: “Se ela fotografa com filme 35 mm como as fotos ficam quadradas?” Pois é, não ficam. Elas vem com bordinhas pretas e eu corto tudo fora, rs.

Diana Mini

Minhas câmeras

Sei que minha coleção ainda está modesta, mas vou apresenta-la mesmo assim. ; )
Depois faço posts separados com as fotos de cada uma delas, mas agora vamos a uma apresentação geral mesmo.

Agfa Optima 500

A Agfa foi minha primeira câmera analógica. Ela veio da Alemanha e foi um presente da avó do meu marido, há uns três anos atrás. Sempre achei muito bonita e tive curiosidade de ver que imagens sairiam, mas ela estava travada e eu fiquei naquela de “um dia” levar para a manutenção.

Agfa Optima 500

Semana passada, sem querer querendo, consegui destravar a bichinha e mesmo antes de levar para limpar as lentes já queimei um filme com ela. Ainda não revelei e estou ansiosa e torcendo para que as manchinhas na lente produzam um bom resultado.

Essa câmera tem ajuste de foco com três opções (retrato, família e paisagem) além de possuir modo para flash e opções de abertura para o modo B. Não usei flash nela e fiz algumas fotos em modo B e outras no automático… Vamos ver o que vau sair!

Canon EOS 3000 n

Os mais “cricas” vão reclamar que esta é uma câmera como modo automático, cheia de opções e que já não tem o mesmo charme de uma boa e velha AE-1 (próxima compra, aliás). Eu digo que esta é uma câmera excelente. Leve, prática, com bateria eterna  – tenho há quase três anos, uso com certa regularidade e já até esqueci ligada, mas nunca troquei a bateria!

Canon EOS 3000 n

Ela tem uma lente 28-90 mm e rola brincar legal. Até posso colocar outras lentes nela, mas ainda não brinquei com isso. Já fotografei com P&B e colorido, normalmente uso ISO alto, de 400 ou 800, e o resultado é fantástico, com textura e beleza única. Adoro essa câmera! Além de tudo isso, ela é um belo exercício, me faz ser muito mais ágil na hora do trabalho com a câmera digital.

ActionSampler Clear

Minha primeira lomo foi uma ActionSampler “genérica”. Gostava muito dela mas estava com problema no obturador e todas as fotos tinham flares indesejáveis. Acabei dando ela de presente e comprei essa Clear (linda! <3) lá no Chile. Além de ser muito fofinha, ela é simples de tudo e produz imagens com excelente resultado. Já fotografei com P&B e colorido e gostei de ambos. O melhor é optar por um ISO alto para pegar cenas em movimento sem erro.

Actionsampler Clear

Diana Mini

Como não amar? A Diana Mini é de uma fofura tão grande que eu acho que isso me conquistou mais do que suas imagens! Ainda não acertei a mão com as fotos dela, o filme ainda tem muita coisa que não dá certo. Mas duplas exposições com flash são muito legais! Acho que ainda tenho que experimentar mais, principalmente em relação ao filme. Estou com um slide ISO 200, da Lomography, que vai pra Diana agora, com certeza.

Diana Mini

Fisheye nº 2

Se tornou rapidamente a minha lomo favorita. Desde o primeiro filme, não decepciona. Fácil de usar e com um resultado incrível! A dupla exposição permite brincadeiras muito legais e a possibilidade de travar o disparados evita acidentes. Gostei muito dessa câmera.

Fisheye nº 2

Exakta VX

Essa câmera não está funcionando e eu não sei se um dia voltará a funcionar. Minha mãe achou em um bazar por R$ 5 (O_o) e trouxe para mim. Ela é uma Exakta VX, da década de 1950. De acordo com a minha pesquisa, esse modelo específico da VX é de 1956.

Exakta VX

Infelizmente, ela está com a parte traseira danificada e não fecha mais. O espelho também está preso. Mas pretendo leva a bichinha para a manutenção ainda, pois imagino que coisas geniais devem sair dela. Ela tem todos os comandos manuais, e é um dos primeiros modelos 35mm com visor direto. Sua lente é Carl Zeiss, pensa! Um achado mesmo.

Yashica Electro 35 GX

Não consegui encontrar informações muito precisas sobre esta câmera, mas boatos que ela é de 1975. É uma rangefinder, com lente fixa 40 mm e abertura 1.7 – deve fazer belezuras! Digo isso porque esta é outra que precisa ir para a revisão. Ganhei há pouco tempo de uma das minhas melhore amigas (Milena <3), mas ela está travada e não consigo abrir. Achei algumas imagens de referência que me deixaram bem animada para colocar a câmera para funcionar, em breve isso será feito.

Yashica Electro 35 GX

Polaroid One Step Land Camera Rainbow

O Instagram da vida real! Sempre quis ter uma Polaroid, especialmente esse modelo tão clássico. Comprei a bichinha faz pouco tempo, na Feirinha do Largo da Ordem, em uma barraca de antigüidades. Outra que está travada e precisa ir para a revisão. Mas ela é tão linda que eu nem me importo se ela nunca funcionar na vida. Deixa a minha prateleira de câmeras ainda mais bonita!

Polaroid

Bem, esta é a minha modesta coleção, em constante desenvolvimento. ;)