Mais amor, por favor.

Curitiba, sua linda!

Esse blog já tem postagens sobre São Paulo, Santiago, Lisboa… E nada sobre a minha cidade. Percebi que sempre a fotografava, mas nunca com um foco específico nela, ou seja, sair para fotografar Curitiba em si, a cidade como o principal motivo da saída fotográfica.

Fiz isso há duas semanas. Peguei a câmera e fui para o centro, em uma sexta-feira cinzenta, com a melhor cara que Curitiba sabe fazer. Passei pelo centro histórico, principalmente, porque é um dos meus lugares favoritos – ainda mais nos dias de semana, quando ele é mais calmo e menos movimentado. Antes disso, almocei na Pastelaria Brasileira, na frente da Biblioteca Pública. Vale a indicação, porque é o melhor pastel do universo mundial das galáxias. Todas elas.

Usei a Canon AT-1, por motivos de: amor puro. Também usei um Kodak Ultramax 400, um filme que sempre me reserva bons resultados. Mas uma das fotos (uma das mais legais, diga-se de passagem) era a última do Superia X-tra 400, então, começo com ela.

Vamos ver então um pouco dessa cidade que eu tanto critico, mas que realmente amo.

Porque fotos que dão errado são uma das coisas mais legais da fotografia analógica.

Porque fotos que dão errado são uma das coisas mais legais da fotografia analógica.

Bebedouro do Largo.

Bebedouro do Largo.

Prédio do antigo Bills, melhor/pior boteco de rock'n'roll que essa cidade já teve,

Prédio do antigo Bills, melhor/pior boteco de rock’n’roll que essa cidade já teve,

Quantos litros de vinho foram consumidos aí?

Quantos litros de vinho foram consumidos aí?

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Leminski, só observando.

Leminski, só observando.

Mais amor, por favor.

Mais amor, por favor.

Por baixo da Travessa.

Por baixo da Travessa.

Lambe.

Lambe.

Recriando uma foto que fiz com a Agfa há mais de um ano atrás.

Recriando uma foto que fiz com a Agfa há mais de um ano atrás.

O Sambaqui do Café do Paço. Altamente recomendado!

O Sambaqui do Café do Paço. Altamente recomendado!

Petit-pavé e seus desenhos.

Petit-pavé e seus desenhos.

Paço da Liberdade

Paço da Liberdade

Calçadão da XV

Calçadão da XV

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É isso. ;)

Filme puxado: X-Pro Lomography ISO 200 para 400

Puxar o filme é algo que eu não faço desde os tempos da faculdade. Ou melhor, da primeira faculdade – lá em 2003, quando entrei em Jornalismo (e fiquei um ano e meio, o suficiente para fazer três matérias lindas de fotografia, rs).
De lá pra cá, tinha até esquecido dessa técnica.

Resumidamente, a gente engana a máquina para que ela faça a fotometria como se estivesse com o ISO desejado e não o do filme. Mas é sempre importante avisar isso no laboratório, pois o processo de revelação deve ser feito com o ISO utilizado.

Para esse teste, eu usei a Canon EOS 3000n, porque ela me dá um poder maior de controle sobre fotometria, foco e enquadramento. O filme utilizado foi um Lomography X-Pro ISO 200 que eu puxei para 400. Além disso, ainda revelei em processo cruzado.

Amei o resultado! <3

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E aí, o que acharam? ;)