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O Chile através de uma Fisheye

Ganhei a Fisheye no. 2 de presente no Natal passado. Não estava tão certa de que era isso que eu queria, fiquei entre a Fisheye e uma Fuji Instax, mas (ainda bem!), fui convencida a ficar com a primeira opção.

Logo no primeiro filme, vi que fiz a escolha certa (por ora, uma Instax ainda está nos planos). As fotos ficaram muito divertidas, todos os frames saíram e o resultado foi incrível. Na hora de viajar, coloquei um filme slide no brinquedo novo e lá fomos nós para Santiago.

Confesso que deixei a câmera um pouco de lado. O Chile é muito fotografável e como eu tinha levado a XS com uma 18-135mm foi difícil não querer fotografar tudo com ela. Levei a Fisheye comigo todos os dias, mas acabei não lembrando dela sempre – e não consigo me perdoar por isso.

Mesmo assim, tirei algumas fotos e o resultado ficou lindo demais. O processo cruzado realçou ainda mais as cores e o sol forte que está presente todos os dias de janeiro no país acabaram colaborando com o ISO 100 do filme x-pro da Lomography. Foi a primeira vez que viajei de verdade com uma analógica, e pretendo fazer isso cada vez mais – já tinha levado para a praia e fotografei em São Paulo quando comprei a Diana, mas dessa vez a experiência era diferente. Um país diferente!

As fotos!

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O moai em Viña del Mar.

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Plaza de Armas.
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Plaza de Armas.

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La Moneda

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Em frente à Chascona.

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Feira de antiguidades na Plaza Peru, em Las Condes.

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Las Condes

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Os Andes!

Fotos a parte, o Vale Central é um lugar maravilhoso, uma viagem que vale muito a pena, em que se come e bebe muito bem. ;)

Flickr: porque eu voltei

Desde sempre eu fotografei por hobby. Não lembro exatamente quando isso começou, mas foi ainda em um mundo predominantemente analógico, no início dos anos 2000 – quando câmeras digitais eram absurdamente caras e com qualidade de imagem que deixava a desejar.

Desde sempre eu também fui viciada em computadores e redes sociais. Algo nessa interação é extremamente fascinante para mim. Por isso, quando surgiu o Flickr, logo entrei. Fiz uma conta, depois outra e fui crescendo. Quando investi na fotografia de verdade, quando comecei a faculdade para isso, cheguei a pagar para ter uma conta Pro.

Bons frutos vieram, devo dizer. Hoje, uma foto minha está na contracapa da autobiografia do Dave Mustaine, porque foi encontrada justamente através do Flickr.

Com o tempo eu fui percebendo que, profissionalmente, o Flickr não é um lugar verdadeiramente interessante, pois não é acessado por todos. Com o tempo, deixei de publicar as coisas, investi no meu blog profissional e na página do Facebook. Minha conta ficou esquecida por uns dois anos…

Captura de Tela 2013-03-13 às 23.30.45

 

Agora, totalmente voltada para a fotografia analógica e cada dia mais apaixonada, percebo que, amadorísticamente falando, o Flickr é sim muito interessante, já que ele cria o próprio mundinho de pessoas apaixonadas por fotografia, e não necessariamente profissionais da área.

Acho que a troca de experiências e a educação do olhar pode acontecer, e fico muito feliz de encontrar tantas publicações de gente que ainda acredita nos velhos rolos de filme.

Tudo isso para dizer que a fotografia analógica me fez voltar para a rede social de fotografia. Apaguei todo o conteúdo e comecei de novo, inserindo apenas imagens capturadas em filme. Entrei logo no grupo do Lomogracinha e outros analógicos. Achando muitos trabalhos bons e inspiradores.

Então, tá aqui ó: flickr.com/danistarck.
Entre, comente, adicione e não estranhe se eu adicionar você. Redescobrindo a rede tenho passado os últimos dias favoritando fotos e encontrando várias imagens bonitas, adicionando geral!